Para matar a saudade ...

Para matar a saudade …


















































Fotos de Rio Pardo de Minas 2014

Divulgação dos gabaritos

Confira os resultados clicando no link abaixo:

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PEP 2012 GABARITO

CD EletroDance Vol.16

Curso Teia 2011 em Rio Pardo de Minas

O Centro Vocacional Tecnológico (CVT)
de Rio Pardo de Minas, em parceria com o Polo de Inovação de Salinas,
promoverá – nos dias 16, 17 e 18 de novembro – o curso: Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados. 

O
curso tem o objetivo colocar você mais perto das redes sociais,
assunto em alta no momento, inclusive tema de redação do ENEM 2011.

O
curso tem uma carga horária de 4 horas, e pensando sempre em vc,
teremos turma pela manha (08h00), a tarde ( 14h00) e a noite as (19h00)
a inscrição deve ser feita no CVT até o dia 10 de novembro.
No curso você aprenderá:

  • Costrução de Sites, blogs e tranmissão de  audio e video;
  • Comercializa~ção e divulgação de produtos e serviços na Internet;
  • Ferramentas de Gestão Interna: Portifólio, estátisticas e análises de dados.
  • Além de aprender a usar o Fecebook, Twitter, MSN e outras redes sociais.

O Curso será ministrado pela Agente TEIA Tawana Telles – do Polo de Inovação de Salinas.O curso tem certificação pela SECTES, maiores informações procure o CVT ou acesso os sites no

folheto em anexo. 


HORÁRIOS DO CURSO
Matutino: 08:00 às 12:00h


Vespertino: 14:00 às 18:00h


Noturno: 19:00 às 23:00h: 


Inscrições: A partir 01/11/2011.

Informações: 

LOCAL DE INSCRIÇÕES: Centro Vocacional Tecnologico Rio Pardo de Minas
Av. Rafael Bastos Pereira, 59
Bairro: Centro. 
Rio Pardo de Minas
Contato: (38) 9122-8820

Procure o CVT e faça já sua inscrição! Vagas limitadas!


CENTRO VOCACIONAL TECNOLÓGICO DE RIO PARDO DE MINAS

Av. Rafael Bastos Pereira, 59 – Centro
Cep: 39530-000 – Rio Pardo de Minas/MG
Celular: (38) 9122 8820
E-mail: riopardodeminas@cvt.mg.gov.br
ACESSE E FAÇA PARTE!
Faça e leve conhecimento para quem você gosta!

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Alunos da E. M. Professor Gumercindo Costa

acompanhados da Professora Vânia

O CVT em parceria com a Escola Municipal Professor Gumercindo Costa, realizou entre os dias 17 de outubro a 23 de outubro, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia,
sob o acompanhamento dos (as) professores (as): Josiel, Vânia e Jaciara
- a atividade – pH DO PLANETA. Nesta atividade, os alunos da escola
coletaram amostra de água dos Rios  (Rio Pardo e Rio Preto), através da
coleta os alunos conseguiram medir o PH da água, através da utilização
de soluções indicadoras coloridas. Os valores médios provenientes dos
resultados das turmas foram lançados no Banco de Dados Nacional do
Experimento Global (Global Experiment Database), juntamente com
informações sobre a amostra e a escola participante, através de um
portal nacional de recebimento dos dados (portal QNInt da Sociedade
Brasileira de Química – http://qnint.sbq.org.br/agua/).
Confira o resultado no portal da Química Nova Interativa (http://qnint.sbq.org.br/agua/)

Alunos da E. M. Professor Gumercindo Costa
Encontro dos Rios: Rio Pardo / Rio Preto
Alunos coletando amostras de água em uma fonte natural local.
Alunos da E. M. Professor Gumercindo Costa
Professora Vânia acompanhando as Atividades e Análise do pH da água

Grilagem.Moradores de povoado no Norte de Minas afirmam ter sido obrigados a assinar documentos

Cobiça em torno de terrenos cresceu com a descoberta de jazidas de minério
FOTO: CHARLES SILVA DUARTE
Isolado. Compra de terras devolutas colocou o lugarejo de Nova Aurora no alvo das investigações
RIO PARDO DE MINAS, SALINAS E TAIOBEIRAS. Nova Aurora, pequeno povoado localizado a 48 km de Rio Pardo de Minas, no Norte
do Estado, se viu envolvido, subitamente, no esquema de grilagem de
terras que levou nove pessoas para a cadeia na terça-feira passada (20) e
derrubou o secretário de Estado de Regularização Fundiária, Manoel
Costa. Pelo menos 3.000 hectares do território do arraial teriam sido
negociados pela quadrilha com uma mineradora, pelo valor de R$ 41
milhões, sem o conhecimento dos posseiros que moram no local. A empresa
Vale, suposta compradora, nega envolvimento.
Nomes de pessoas investigadas na operação Grilo – como Orozino Marques

de Carvalho, o Oró, que seria uma espécie de corretor do grupo – são
ouvidos há muito tempo na região. Alguns moradores teriam sido forçados
por Oró, um dos acusados de participação nas fraudes, a assinarem
documentos. Ele alegava que se tratava de regularização dos terrenos, já
que a localidade fica situada em área de terras devolutas – que
pertencem ao Estado e são destinadas, prioritariamente, a pequenos
produtores e à reforma agrária.


A cobiça em torno dos territórios públicos nas proximidades cresceu
depois que foram descobertas jazidas de minério de ferro estimadas em 10
bilhões de toneladas. A quantia de R$ 41 milhões, que, segundo as
investigações do Ministério Público Estadual (MPE), teria sido paga em dinheiro
vivo aos responsáveis pela grilagem, é tão alta que não passa nem pela
imaginação de gente como o produtor rural Girleno José da Silva, 58, um
dos moradores mais antigos de Nova Aurora.Sem ter o título de legitimação do terreno de sua casa, ele teme perder o
lugar onde vive com a mulher. “Não sei como ficou a nossa situação. A
sorte é que eu tenho os documentos (de legitimação) das terras que ficam
na roça”, afirma ele, sobre o terreno onde cultiva mandioca e de onde
tira o sustento da família.
Isolada entre plantações de eucalipto, a comunidade tem cerca de 300 habitantes, uma escola, um posto de
saúdee três mercearias. Lavouras e carvoarias do entorno são os principais empregadores.A área de Nova Aurora teria sido anexada à de outras oito fazendas em
Rio Pardo de Minas para a venda. O MPE apurou que a quadrilha, formada
por empresários, intermediários e políticos, teria lucrado R$ 250
milhões comercializando terras do Estado.
As ramificações se estendiam por oito
cidades
além de Rio Pardo de Minas (veja quadro). Parte do dinheiro pode ter
sido enviada para um paraíso fiscal no Uruguai. As fraudes teriam o
apoio de servidores do Instituto Estadual de Terras (Iter-MG), órgão
ligado à Secretaria de Estado de Regularização Fundiária. O
ex-secretário Manoel Costa, exonerado por causa do escândalo, é suspeito
de integrar o esquema.
Saiba mais
Segundo
o MPE, em uma das fraudes, todos os nomes de “laranjas” de um dos
terrenos remetiam para um só endereço, que era o mesmo de Breno
Rodrigues Mendes, um engenheiro florestal de Taiobeiras que está sendo
investigado.
Em um dos casos registrados pelo MPE em Salinas, 11 homens invadiram uma
casa para agredir um posseiro e expulsá-lo da terra. O grupo teria sido
liderado pelo policial civil Douglas Moisés Quintiliano, que foi preso
pela PF.

Os irmãos Marcus Tácito Penalva Costa e Virgílio Tácito Penalva Costa,
prefeitos de Indaiabira e Vargem Grande do Rio Pardo de Minas,
respectivamente, foram afastados de seus cargos. Os substitutos devem
tomar posse até amanhã.

FOTO: CHARLES SILVA DUARTE
Girleno não tem documentos da casa, mas a roça está garantida
Vale e Rio Rancho se defendem

De acordo com um dos promotores que atuam no caso, Bruno Muller, de São
João do Paraíso, as investigações envolvem o nome de duas empresas: a
Vale e o grupo Rio Rancho. “Estamos trabalhando para descobrir se elas
eram procuradas pelo grupo ou se arquitetavam tudo”, afirma.
A Vale, que terá um representante convocado pelo MPE para prestar
esclarecimentos nos próximos dias, declara que não realizou compra de
terreno no valor mencionado. Em nota, a empresa informa que não tem
conhecimento sobre o inquérito e que está à disposição para fornecer
informações.A Rio Rancho também nega envolvimento e se diz disposta a desfazer o negócio caso fique comprovada a irregularidade.(JT)
INVESTIGAÇÃO
MP ouviu 30 vítimas do bando
O inquérito
que investiga o esquema de grilagem tem centenas de páginas com
denúncias, depoimentos transcritos e documentos, além de gravações
telefônicas, fotos e mapas. Antes de solicitar as prisões, o Ministério
Público Estadual (MPE) já havia ouvido 30 posseiros prejudicados pela
quadrilha. A investigação começou no fim de 2010 e não tem data para ser
concluída, segundo o promotor Bruno de Oliveira Muller, da comarca de
São João do Paraíso.
Ao todo, 18 pessoas – entre empresários, servidores públicos e

autoridades – estão sendo investigadas. Os depoimentos dos nove presos
também vão embasar os próximos passos dos promotores. Pelo menos dois
dos envolvidos usam o direito da delação premiada. Um deles, ouvido há
vários meses pelo MPE, foi quem deu as primeiras pistas sobre o grupo.
“Ele decidiu denunciar a grilagem porque o grupo cortou a parte (de
dinheiro) que cabia a ele”, explica o promotor.
Os trabalhos do MPE se concentram agora na perícia de computadores e
documentos apreendidos pela PF. Cartórios também estão na mira dos
investigadores. Prestes a ser concluída, uma auditoria feita pela
Controladoria Geral do Estado na Secretaria de Estado de Regularização
Fundiária promete trazer à tona detalhes sobre as fraudes ocorridas no
órgão, inclusive no Instituto Estadual de Terras (Iter-MG).
Uma das dúvidas é em relação à participação dos “laranjas”. Não se sabe
ainda se todos eles tinham consentimento com a ação ou se tiveram seus
dados roubados. Há registros das duas situações. No caso do povoado de
Nova Aurora, em Rio Pardo de Minas, a negociação teria sido feita sem o
conhecimento dos posseiros.
O promotor sabe que está indo contra os interesses de pessoas e empresas
poderosas. “Não tenho medo. Minha satisfação é ver que os fatos estão
sendo esclarecidos”, afirma Bruno Muller, que tem 31 anos, é natural de
Belo Horizonte e atua na região desde outubro do ano passado.
(JT)
Fraudes ocorrem há décadas e impunidade é generalizada

A grilagem de terras no Norte de Minas acontece há pelo menos quatro
décadas. Uma fonte ligada ao Sindicato Rural de Salinas diz que as
fraudes são habituais. “Muitas pessoas desrespeitam a lei e continuam
impunes”, conta o homem, que pediu para não ter o nome divulgado.

O presidente do mesmo sindicato, Mário Francisco dos Santos, coleciona
casos de brigas entre vizinhos e até mesmo entre parentes pela posse ou
divisão de terras. A entidade é procurada quase todas as semanas para
mediar conflitos.

A exploração de minério na região acirrou os interesses por territórios.
Para a Polícia Federal, a “corrida do minério de ferro” coloca o Norte
de Minas na rota de pessoas interessadas em praticar “atividades
especulativo-criminosas”.

 (JT)

Como funciona o Google+? A rede social do Google

Como funciona o Google+? A rede social do Google.

Tecnologia + Hábitos Sociais

Ontem foi a novidade da web: o lançamento da rede social do Google, que promete competir de perto com o aclamado Facebook, do jovem Mark Zuckerberg. É o Google Project.

Em resumo ela une o funcionamento do Twiiter e aprimora os já conhecidos do Facebook. Por exemplo, se estiver logado numa conta do Google, poderá ver as atualizações da rede em qualquer lugar, seja do Gmail ou no Google Places. É uma união de todos os serviços do Google com um foco: a interação.
No Google Discovery, o Ricardo Fraga postou um vídeo explicativo bem legal sobre o funcionamento da nova rede Google+, que até agora está em teste e disponível somente para conviadados. Dá uma olhada em tela cheia:

Uma coisa que o Facebook não faz:

Permitir que você publique o que quiser somente para determinados grupos, denominados Circles (Círculos) ou ver a atualização só destes grupos. Isto vai ser ótimo para quem precisa atualizar-se na web constantemente. Outro serviço que vai facilitar essa atualização é o Sparks, que promete ser um orientador de conteúdo e agregador de feeds. Parece que aposta do Google é:
Se os usuários tiverem tudo em um serviço só, porque iriam para outra rede, paralela, que não está em seus e-mails e nem nas suas melhores opções de buscas?

Tanto se pensou em interação que o botão Google Plus One, ou Google +1 (uma espécie do Like do Facebook) começa a ser fator de posicionamento para buscas orgânicas e também recomendações em buscas pagas. Para quem trabalha com Search Marketing, isto muda vários elementos e abre novas posssibilidades de ação em Social Media.

Se vai dar certo não sabemos, a aposta é boa e as novidades bem interessantes. Mas de qualquer forma, Mark Zuckerberg deve estar de cabelo em pé e sem muito sono no momento.

Presos por grilagem – Diretor e funcionários do Instituto da Terra estão sendo ouvidos por possível envolvimento com quadrilha

O secretário de Estado Extraordinário de Regularização Fundiária Manuel Costa, foi ouvido e liberado nesta terça-feira da sede do Ministério Público Estadual, em Belo Horizonte. Manoel Costa, que não quis se pronunciar, prestou depoimento devido a uma arma não registrada encontrada na casa dele pela Polícia Federal durante cumprimento de mandato de busca e apreensão da Operação Grilo, realizada na manhã desta terça-feira (20) no Estado.

Ele e outras dez pessoas – dois prefeitos e oito funcionários do Instituto de Terras de Minas Gerais (Iter-MG), entre eles, o ex-prefeito de Janaúba, Ivonei Abade, estão sendo investigados pela Operação Grilo, realizada principalmente no Norte de Minas. Estão sendo cumpridos 22 mandados de busca e apreensão, dez mandados de prisão temporária, além do seqüestro de R$ 41 milhões em municípios localizados, em especial, na Região Norte de Minas. Oitenta e cinco policiais federais participam da ação.

Em Montes Claros prestam depoimento na sede da PF o diretor do Iter-MG, Ivonei Abade, ex-prefeito de Janaúba de 2000 a 2008 e suplente de deputado estadual, preso em um hotel da cidade; Evandro Carvalho, responsável pelo Iter em Rio Pardo de Minas; Maria Nilza Barbosa, do Cartório de Imóveis de Rio Pardo de Minas; Breno Rodrigues Mendes, engenheiro florestal em Taiobeiras; Douglas Moisés Quintiliano, ex-policial civil; Gilson Pereira de Freitas, preso em Curvelo, Nerval Maniolo Teixeira Oliveira e Marcos Gonçalves Machado, detido em Divinópolis. Além da casa de Manoel Costa foram cumpridos mandados em casas de Rio Pardo de Minas e apreendido um carro pertencente a um prefeito da região.

Segundo a PF, os suspeitos seriam integrantes de uma organização criminosa que vem atuando há vários anos, de forma, principalmente no Norte de Minas, patrocinando grilagem de terras públicas, posteriormente vendidas a mineradoras com o objetivo de explorar jazidas de minério de ferro recentemente descobertas. Estima-se que o volume seja de 10 bilhões de toneladas.

O grupo estaria praticando uma série de crimes, desde falsificação de documentos públicos e particulares, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, e lavagem de dinheiro.  As investigações da PF apontaram ainda que as terras públicas, situadas no extremo-norte de Minas, foram supervalorizadas em razão de uma corrida do ouro – ou do minério de ferro.

Essas terras tornaram-se alvo de intensas atividades especulativo-criminosas dominadas por vários grupos e liderados, especialmente, por mineradoras, empresas de exploração florestal, cooperativas de silvicultores e por grileiros de terras que se passam por corretores de imóveis de sucesso.
ESQUEMA

O esquema contava com a participação de servidores públicos vinculados ao Iter-MG que legitimavam a posse de terras devolutas por laranjas, que jamais tinham sido proprietários ou possuidores de terras na região. A seguir, ainda de acordo com a Polícia Federal, numa outra operação fraudulenta, o agora proprietário vendia o referido título a pessoas físicas ou jurídicas intermediárias que, ao final, negociavam a terra com grandes mineradoras a preços astronômicos.

Segundo dados do Iter-MG, os municípios de Rio Pardo de Minas e Indaiabira, entre 2007 e 2010, foram responsáveis por 15,57% dos títulos distribuídos em Minas Gerais, sendo que somente Rio Pardo de Minas foi responsável por 12,85%.

A PF ainda divulgou que em apenas um dos casos sob investigação, uma mineradora, cujo nome não foi divulgado, comprou, efetuando pagamento único e em espécie, diretamente aos grileiros, vasta extensão de terras subtraídas do Estado pelo valor de R$ 41 milhões.

As diligências estão sendo feitas em Belo Horizonte, Oliveira e Divinópolis, em Rio Pardo de Minas, Salinas, Serranópolis de Minas, Taiobeiras, Janaúba, Curvelo, municípios localizados na circunscrição da Delegacia de Polícia Federal em Montes Claros. Se condenados, os acusados poderão pegar penas superiores a 30 anos de prisão.
ESCLARECIMENTO

Em nota, diretor geral do Instituto de Terras de Minas Gerais, Ivonei Abade Brito, diante da decretação de sua prisão temporária, para fins de investigação, pela juíza substituta da Comarca de São João do Paraíso, esclarece por meio de seus advogados que somente em março deste ano assumiu o cargo de diretor geral do ITER e que neste período cuidou de invalidar vários procedimentos de regularização de terras onde existia dúvida acerca da legalidade. Segundo o diretor, as supostas ilicitudes apontadas pelo Ministério Público Estadual dizem respeito a procedimentos anteriores à sua gestão no ITER e os envolvidos na supostas ilegalidades apontadas pelo Ministério Público não possuem qualquer relacionamento com seu trabalho como diretor instituto.

Ivonei Abade diz que mesmo sem a presença de advogado, posto que não foi completamente informado pela autoridade policial acerca de suas garantias constitucionais, prestou todos os esclarecimentos solicitados em seu depoimento e que tem absoluta certeza que o Poder Judiciário haverá de reconhecer a lisura de seus atos, a probidade de sua atuação, bem como responsabilizará os eventuais culpados caso se comprove as ilicitudes apontadas.

Na nota, os advogados dizem que impetrarão habeas corpus pedindo a libertação do diretor do ITER

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